segunda-feira, 24 de maio de 2010

ARTE POSTAL

Hoje dentro de sala fizemos uma arte postal, vejam a minha:




O quadrado vermelho está mostrando a interferencia que o Ti Melo fez e o envelope está todo rasgado e amassado porque 'a pessoa' não sabia abrir uma carta.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

LEORNADO DA VINCI

Leonardo diz ser Piero da Vinci foi um polímata italiano, uma das figuras mais importantes do Alto Renascimento, que se destacou como cientista, matemático, engenheiro, inventor, anatomista, pintor, escultor, arquiteto, botânico, poeta e músico. É ainda conhecido como o precursor da aviação e da balística. Leonardo frequentemente foi descrito como o arquétipo do homem do Renascimento, alguém cuja curiosidade insaciável era igualada apenas pela sua capacidade de invenção. É considerado um dos maiores pintores de todos os tempos, e como possivelmente a pessoa dotada de talentos mais diversos a ter vivido. Segundo a historiadora de arte Helen Gardner, a profundidade e o alcance de seus interesses não tiveram precedentes e sua mente e personalidade parecem sobre-humanos para nós, e o homem em si [nos parece] misterioso e distante.
Nascido como filho ilegítimo de um notário, Piero da Vinci, e de uma camponesa, Caterina, em Vinci, na região da Florença. Leonardo foi educado no ateliê do renomado pintor florentino, Verrocchio. Passou a maior parte do início de sua vida profissional a serviço de Ludovico Sforza (Ludovico il Moro), em Milão; trabalhou posteriormente em Roma, Bolonha e Veneza, e passou seus últimos dias na França, numa casa que lhe foi presenteada pelo rei Francisco I.
Leonardo era, em seu tempo, como até hoje, conhecido principalmente como pintor. Duas de suas obras, a Mona Lisa e A Última Ceia, estão entre as pinturas mais famosas, mais reproduzidas e mais parodiadas de todos os tempos, e sua fama se compara apenas à Criação de Adão, de Michelangelo. O desenho do Homem Vitruviano, feito por Leonardo, também é tido como um ícone cultural, é foi reproduzido por todas as partes, desde o euro até camisetas. Cerca de quinze de suas pinturas sobreviveram até os dias de hoje; o número pequeno se deve às suas experiências constantes - e frequentemente desastrosas - com novas técnicas, além de sua procrastinação crónica. Ainda assim, estas poucas obras, juntamente com seus cadernos de anotações - que contêm desenhos, diagramas científicos, e seus pensamentos sobre a natureza da pintura - formam uma contribuição às futuras gerações de artistas que só pode ser rivalizada à de seu contemporâneo, Michelangelo.
Leonardo é reverenciado por sua engenhosidade tecnológica; concebeu ideias muito à frente de seu tempo, como um helicóptero, um tanque de guerra, o uso da energia solar, uma calculadora, o casco duplo nas embarcações, e uma teoria rudimentar das placas tectónicas. Um número relativamente pequeno de seus projetos chegou a ser construído, durante sua vida (muitos nem mesmo eram factíveis), mas algumas de suas invenções menores, como uma bobina automática, e um aparelho que testa a resistência à tração de um fio, entraram sem crédito algum para o mundo da indústria. Como cientista, foi responsável por grande avanço do conhecimento nos campos da anatomia, da engenharia civil, da óptica e da hidrodinâmica.
Leonardo da Vinci é considerado por vários o maior génio da história, devido a sua multiplicidade de talentos para ciências e artes, sua engenhosidade e criatividade, além de suas obras polémicas. Num estudo realizado em 1926 seu QI foi estimado em cerca de 180.

terça-feira, 4 de maio de 2010

INTERFERENCIA DIGITAL

DEPOIS


ANTES

Eu criei essa obra porque eu quis demonstrar que a tecnologia liga as pessoas ao mundo inteiro. Uns dos exemplos é o computador e a Internet, atravéz deles podemos saber de tudo que se passa no momento, podemos expor nossas opiniões, ampliar nosso conhecimento, etc...

sexta-feira, 30 de abril de 2010

TERROR NO NECROTÉRIO

Essa foi uma obra minha feita na prova de artes no dia 19/04/10.


O 1° ambiente tem uma mesa com duas pessoas cortando dois corpos com uma motosserra, e o sangue dos defuntos não espirrar nas pessoas, também tem uma mão gigante que espirra sangue nas pessoas na hora que elas passarem para o segundo ambiente.

O 2° ambiente tem uma cabeça cortada derramando sangue no chão e uma gaveta cheia de mortos. A sala é escura e tem três luzes brancas piscando rapidamente.

A primeira sala tem a temperatura de 30 graus, com o objetivo de provocar um choque térmico nas pessoas, e tem o objetivo de provocar medo e espanto nas pessoas.

domingo, 18 de abril de 2010

ARTE POSTAL

JULIO PLAZA


Julio Plaza González (Madri, Espanha 1938 - São Paulo SP 2003). Artista intermídia, escritor, gravador e professor. Inicia sua formação artística na década de 1950, com estudos livres em Madri. Posteriormente freqüenta a École de Beaux-Arts [Escola de Belas Artes], em Paris. Vem ao Brasil em 1967, integrando a representação espanhola que participa da 9ª Bienal Internacional de São Paulo. Ingressa na Escola Superior de Desenho Industrial - ESDI, no Rio de Janeiro, com bolsa de estudos concedida pelo Itamaraty. Leciona linguagem visual e artes plásticas, como artista residente, no Departamento de Humanidades da Universidad de Puerto Rico, entre 1969 e 1973. Em seguida, muda-se para São Paulo, onde se torna professor da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo - ECA/USP e da Fundação Armando Álvares Penteado - Faap. Em 1975, publica com Augusto de Campos (1931) os livros Caixa Preta e Poemóbiles. Funda, em 1978, o Centro de Artes Visuais Aster, com Donato Ferrari (1933), Walter Zanini (1925) e Regina Silveira (1939), com quem foi casado. Em 1985, conclui doutorado em semiótica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo - PUC/SP. Na década de 1990, leciona no Departamento de Multimeios do Instituto de Artes da Unicamp. É autor de publicações teóricas sobre arte, como Videografia em Videotexto, 1986, e Os Processos Criativos com os Meios Eletrônicos: Poéticas Digitais, com Monica Tavares, 1998. Ministra curso sobre interações entre imagem e texto, no Itaú Cultural, em 2001.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

TRABALHO FEITO DENTRO DE SALA - 12/04/10

Hoje na aula da Márcia Estela nos fizemos uma planta de uma obra baseada na obra "DESVIO PARA O VERMELHO"

A Mstela levou minha obra para casa dela para avaliar, pois vale cinquenta pontos. Então depois que ela me entregar eu coloco minha obra aqui para todos poderem ver.

Aqui está!




O primeiro ambiente é a sala, onde tem um sofá, uma chafariz e um corpo. As pessoas irão entrar na sala descalças, terá um luz mostrando o defunto e uma luz vermelha dentro do chafariz. O chafariz vai ter uma água vermelha, dando a impressão que a pessoa está pisando no sangue gelado do difunto.

O segundo ambiente é a cozinha, onde tem uma pia, um fogão, uma geladeira e uma garrafa entornando um liquido vermelho no chão, a garrafa será iluminada por uma luz vermelha bem fraca. Quando as pessoas pisarem no liquido pastozo, ela vai ter a impressão de está sendo guardada e a cozinha vai ter cheiro de comida podre.

O terceiro ambiente é o quarto onde tem uma cama grande e três jatos, que jogamum líquido vermelho nas pessoas, com a temperatura abaixo de 5 graus, fazendo com que elas sintam frio e a iluminação será bem clara, na na cor vermelha.

O objetivo é fazer com que as pessoas pensem que estão numa casa abandonada, num lugar frio e que sintam muito medo.

DESVIO PARA O VERMELHO